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sábado, 27 de agosto de 2011

domingo, 31 de julho de 2011

Mulheres que Deram Nome de Ruas a Setúbal: Benedita Maria

Natural de Proença-a-Nova, nasceu no ano de 1884 e faleceu a 7 de Julho de 1960. Doméstica, era casada com Manuel Francisco Novo, natural da mesma vila, no Distrito de Castelo Branco. Teve doze filhos 3 dos quais raparigas, estando vivos 11. Veio esta família residir para Setúbal, onde nasceram nove dos seus filhos. Os três mais velhos, nasceram em Proença-a-Nova. Radicaram-se nos campos onde fica hoje o Bairro do Faralhão, então incultos; esta família começou a desbravar o mato de um pedaço de terreno que comprou; com o dinheiro angariado vendendo ameijoas que apanhava no Rio Sado, adquiriu novos lotes de terreno de cuja exploração vivia aquele agregado familiar. ~

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sobre Afonso, o Africano...

O Afonso Africano (1611), de Vasco Mouzinho de Quevedo Castel-Branco, assinala uma viragem estilística e ideológica, aliás já a desenhar anteriormente. Nele ainda se faz sentir a influência camoniana, mas apenas no que respeita à fraseologia, ao material primeiro do estilo, pois a matriz do seu poema, como a da Malaca Conquistada de Sá de Meneses, é a Jerusalém Libertada (1581) de Tasso, o poema por excelência Contra-Reforma, sobretudo na sua refundição de 1593. Ao prosaísmo cronístico vai seguir-se a alegorização da acção em termos moralistas e religiosos. D. Afonso V é o Varão Forte que conquista em Arzila, a Cidade da sua própria almas, forçando cinco portas, que são os Cinco Sentidos, mediante a luta entre cavaleiros cristãos e mouros, cujos símbolos heráldicos representam outras tantas virtudes ou vícios opostos. A conquista foi sugerida em sonho por uma Donzela Formosa, que é a Fé; o sulcar do Oceano pelas naus foi a vitória contra as tentações infernais, cujo orientador, o mago Eudolo, consegue a certa altura prender o príncipe D. João, ou seja o Amor, numa ilha de Deleites que o ia perdendo. É escusado continuar o esmiuçamento dos símiles alegóricos, em que a influência de Tasso, quase a sua paráfrase, se sente, por exemplo, na paixão da moura Zaida pelo príncipe D. João. A escolha do tema, que em grande parte pode explicar, pela semelhança do contéudo, a preferência do modelo tassiano, decorre sensivelmente do propósito de dar uma contrapartida de Alcácer Quibir. Com efeito, o mago Eudolo, depois de vencido, vaticina toda a história de Portugal no Norte de África, detendo-se especialmente pelo martírio do Infante Santo que prenuncia o ambiente trágico em que se assiste, no penúltimo canto ao destroço do exército de D. Sebastião, com a consabida enumeração dos membros da aristocracia a morrer em beleza. É uma página lutuosa de nobiliário metrificado.

in SARAIVA, António José & LOPES, Óscar História da Literatura Portuguesa.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Excerto do filme sobre a obra de Américo Ribeiro

"Excerto do filme sobre a obra de Américo Ribeiro, fotógrafo da memória de Setúbal no sec. XX, realizado por Hugo Alves do 12ºF do curso tecnológico de multimédia da escola D. João II, com o apoio de Bruno Ferro do Arquivo fotográfico Américo Ribeiro/Casa de Bocage."


sábado, 25 de junho de 2011

Casa de Pasto - Adega dos Garrafões

"O fundador desta casa foi o antigo dono da Drogaria Revez.
Eu estive 15 anos empregado numa taberna em Setúbal, os meus pais trabalhavam no campo e eram da Quinta do Anko.
Os antigos carpinteiros de Setúbal que aqui vêm dizem que as madeiras utilizadas nos armários e portas da casa são de grande qualidade, com mais de cem anos e muito sãs.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Da serra da Arrábida às colinas de Setúbal

Limitada pelo mar ao Sul, pelo vale do Picheleiro ao Norte, pelo vale da Rasca a Nascente, e pelas terras do Risco a poente, é a zona mais típica e mais bela da região, tendo em conta a imponência do seu relevo: o Formosinho e o vale do Solitário projectam no céu um perfil de tanta beleza, que se vislumbra saída das Mãos hábeis do Criador.

«A montanha do Formosinho tem uma direcção média de ENE para OSO e um comprimento de 10 quilómetros. A sua cumeada está dirigida por ONO num cumprimento de 4 quilómetros, entre Outão (148 metros) e alto do Picoto (418 metros), depois inclina-se bruscamente para SO até ao marco geodésico do Formosinho (499 metros), dá um salto para o Sul num comprimento de 400 metros, depois retoma a direcção de SO. Os barrancos foram modelados pela acção das águas, mas o desnível não é muito grande e permite a comunicação das duas vertentes. Estas características favoráveis foram aproveitadas no traçado das veredas, que de Azeitão se dirigem ao Convento e ao Portinho.


sábado, 11 de junho de 2011

Obras de João Vaz e Morgado de Setúbal vão a leilão



200
MORGADO DE SETÚBAL
José António Benedito Soares de Faria e Barros
(1752-1809)
Rapaz matando um cordeiro
Óleo sobre tela
Dim. aprox.: 85 x 102,5 cm.
€ 15.000 / € 25.000



211
JOÃO VAZ
João José Vaz
(1859-1931)
Marinha com rochas e barcos
Óleo sobre madeira
Assinado
Dim. aprox.: 18 x 29,5 cm.
€ 15.000 / € 25.000

in Leilão nº 265, Palácio Correio Velho 16 de Junho

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A Cordilheira da Arrábida

Passada que é a largueza do estuário do Tejo, encontramos uma extensa planície adjacente a uma cortina de elevação que fecha o horizonte na zona sul. «É a cordilheira da Arrábida, pequena região montanhosa situada na parte meridional da península de Setúbal; limitada ao Sul e Oeste pelo Oceano, confina ao norte e Oriente com as terras baixas e arenosas que ocupam a maior parte dessa península.

Essa cordilheira é constituída por várias montanhas dispostas, na generalidade, de ENE para OSO, com 35 Km de comprimento e 6 Km de largura média. Apresenta vegetação própria dos terrenos calcários e do clima mediterrâneo, conservando, em alguns pontos, uma antiquíssima floresta espontânea. Grande parte da zona montanhosa é desfavorável ao estabelecimento humano; mas alguns vales interiores servem culturas várias e a orla de contacto com a planície é marcada por uma linha de povoações: Estas e outras características específicas, propiciam a individualização geográfica da Arrábida, que pode ser considerada com uma pequena sub-região natural.

Dela não poderemos falar como serra, em rigor, porque engloba, no seu todo, extensas áreas de vale e planalto. Assim, ao referir a serra da Arrábida, estaremos a falar apenas da principal das montanhas que formam a cordilheira e que culmina, com 499 metros, no alto do Formosinho. O seu conjunto de elevações agrupa-se em três linhas de relevo: a primeira é constituída por pequenos cerros dos arredores de Sesimbra, pelas serras do Risco e da Arrábida propriamente dita, e pelas colinas que se estendem do Outão a Setúbal; ao norte da extremidade desta linha, encontramos uma outra constituída pelas serras de S. Luís e dos Barris ou dos Gaiteiros, donde se abre um espaçoso vale que, «junto a S. Luís, se bifurca para contornar aquela montanha e separá-la quer das colinas de Setúbal, quer de uma série de elevações que se estendem de Palmela para Ocidente e formam a terceira linha de relevos». A Ocidente e a Sul, a Arrábida é banhada pelo mar. Montanha bastante recente, «profundamente deslocada, cortada de falhas, cingida ao Sul e Oeste por duas fossas marinhas, limitada ao Norte por um sinclinal, é uma zona que reúne muitas condições para que os sismos se façam sentir aí com intensidade». O Golfo de Setúbal, é uma das duas principais zonas sísmicas da região (aquando do grande sismo de 1858, que, segundo especialistas, teria o epicentro na zona sísmica de Setúbal a cidade foi atingida por abalos de grau IX, tendo sofrido muitos estragos e conhecido numerosas vítimas). Os vales submarinos das proximidades do Cabo Espichel, serão, talvez, os responsáveis pela ligação sísmica que normalmente se verifica entre Setúbal e Lisboa.

in QUINTAS, Maria da Conceição, Setúbal nos Finais do Século XIX, Lisboa, Caminho, 1993.

sábado, 28 de maio de 2011

Obras de João Vaz vão a leilão


543
JOÃO VAZ - 1859-1931,
“SÃO FILIPE - SETÚBAL”,
óleo sobre tela colada em cartão,
assinado
Nota: a presente obra integrou a exposição “João Vaz - Um pintor
do Naturalismo”, Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, Lisboa, Maio de 2005,
encontrando-se reproduzida no respectivo catálogo, p. 230, fig. 256.
JOÃO VAZ - 1859-1931, “São Filipe - Setúbal”,
Dim. - 23,5 x 33 cm € 12.000 - 18.000



544
JOÃO VAZ - 1859-1931,
“FIGURAS E BARCO NA PRAIA”,
óleo sobre tela colada em cartão,
assinado
Dim. - 34 x 47 cm € 20.000 - 30.000


in Antiguidades e Obras de Arte: Pintura, Pratas e Jóias - 30, 31 de Maio e 1 de Junho de 2011, Cabral Moncada Leilões

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Bocage por Ary dos Santos (CD-Áudio)



Preço (WOOK): 11,69
Poemas
A um célebre mulato Joaquim Manuel, grande tocador de viola e improvisador de modinhas
Ao Padre Joaquim Franco de Araújo Freire Barbosa, Vigário da Igreja de Almoster
Aos sócios da Nova Arcádia
A António Crispiniano Saunier
"Pena de Talião" (ao padre José Agostinho de Macedo) 
Vera efígie do Dr. Luís Correia da França Borges, digo, da França Amaral…
A Belchior Manuel Curvo Semedo
Ao Sr. José Ventura Montano, rogando-lhe socorro para pagar a renda da casa …
A propósito dos versos que lhe escreveu Francisco Manuel do Nascimento (Filinto Elísio) 
Liberdade
Olha, Marília, as flautas dos pastores
Se é doce no recente, ameno Estio
Importuna Razão, não me persigas
Enquanto muda Jaz, e jaz vencida
Noite, amiga de amor, calada, escura
A frouxidão no amor é uma ofensa
A Camões, comparando com os dele os seus próprios infortúnios
Já Bocage não sou!... 
Meu ser evaporei na lida insana
Aqui, onde arquejando estou curvado
Na doença
Já por bárbaros climas entranhado
Ó retrato da morte

quarta-feira, 25 de maio de 2011

INTERVENÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NOUTRAS ZONAS DO PAÍS AFECTADAS PELO TERRAMOTO E PELO TSUNAMI – OS CASOS DE SETÚBAL E DO ALGARVE



6.1. Setúbal

Face à situação existente na então vila de Setúbal, em 5 de Novembro de 1755, Sebastião José Carvalho e Mello escreveu ao governador dessa praça, Sargento-Mor de Batalha Pedro de Sousa Castelo-Branco, dando-lhe instruções para fazer face à problemática existente que, para além das consequências do terramoto e do tsunami, implicara a deserção dos soldados do regimento local.

Nessas instruções dizia-se que devia convocar «por bandos debaixo da pena de perdimento dos postos aos Oficiais, e da pena de desertores aos soldados». «Com eles e com os paisanos» Sua Majestade esperava que o Governador tivesse feito «toda a possível diligência por dar sepultura aos mortos exortando o Clero e os Regulares» a concorrerem «em obra tão religiosa e de tão indispensável necessidade, antes que o ar se infecte com mais funestas consequências pela corrupção dos cadáveres, que sendo muitos devem ser lançados ao mar, pelo menos uma légua distante, como aqui se acordou com o Cardeal Patriarca».

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Casa Capelo



"Esta casa foi fundada em 1907 por Leonardo dos Santos Borges e vim com empregado em 1926. Em 1936 saí e andei na viagem comercial durante 16 anos.
Tomei conta desta casa por trespasse em 1952.
O meu pai era sapateiro e viemos do Alentejo.
Com este aspecto e com o que eu vendo, não há mais nenhuma em Setúbal.
A minha clientela é mais o chamado popular / operário. Eram os clientes desta casa desde o meu antigo patrão. Quando eu vim não quis mudar de género porque o tipo de material que vendemos é mais para essas pessoas.
Não penso remodelar o establecimento, mas sim trespassá-lo porque estou cansado".

Av. 22 de Dezembro 8 / 10 - Freguesia de S. Julião.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ana de Castro Osório



Nascida em 1872 em Mangualde, faleceu em Lisboa em 1935. Viveu em Setúbal onde começou a carreira de escritora.

Seus pais eram de origem beirã. Aos 23 anos veio residir para Setúbal onde casou com o Poeta e publicista setubalense Paulino de Oliveira.

domingo, 8 de maio de 2011

Localização da Península de Setúbal

A Península de Setúbal, possuidora de características bastante específicas, fica situado ao sul do Tejo, na costa atlântica de Portugal, um dos mais antigos Estados da Europa, situado no extremo ocidental da Península Ibérica, entre as latitudes de 36º, 58' e 42º 09' Norte e as longitudes de 6º 11' e 9º 30' W de Greenwich.

in QUINTAS, Maria da Conceição, Setúbal nos Finais do Século XIX, Lisboa, Caminho, 1993.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

Cetobriga II

O utras muitas povoações exisitirão em nosso Reino em tempos dos Romanos, que se achão mencionadas nas Taboas de Ptomoloeu, e Cartas de outros Geografos, posto que nós não conhecemos, nem lhe podemos saber o verdadeiro significado, mais que por conjectura, assim como fez Argote com algumas da Provincia Bracarense. Das que sem muita controvérsia podemos declarar situadas em varias partes no nosso continente, são as que numerão Resende, e Vasconcellos, a saber:

Ad semptem Aras
Açumar, ou Alegrete
Amea
Portalegre
Aquae Flaviae
Chaves
Aritium Praetorium
Benavente
Arucitana
Moura
Balsa
Tavira
Bracara Augusta
Braga
Braetoleum
Vianna de Caminha
Budua
Botova, ou Ouguelha
Calantica
Arrayolos
Calem
Porto
Ceciliana
Agualva, ou Agua de Moira
Cellium
Ceice, junto Thomar
Cetobriga
Setúbal
Collipo
Leiria
Concia
Miranda do Doutro
Conimbrita
Condeixa-a-Velha
Ebora, ou Liberalitas Julia
Évora
Eburobritium
Evora de Alcobaça
Elteri
Alter do Chão
Eminium
Agueda
Equabona
Coina
Foram Limitorum
Ponte de Lima
Fraxinum
Alpalhão, ou Gavião
Helvij
Elvas
Jeravrica
Póvos, ou Alenquer
Igaedita
Idanha, ou Guarda
Lacobrica
Lagos

[...]

in CASTRO, João Bautista, Mappa de Portugal Antigo e Moderno, Lisboa, Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1764(?), p. 27-28

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Cetobriga

Cetobriga. Foy huma Cidade do Gentilismo, em cujas ruinas se fundou a Villa de Setubal. Fr. Fernando de Brito, (2), seguindo a Florião do Campo, e a outros, diz, que fora fundada, e povoada por Tubal o anno 145 depois do dilúvio, e lhe chamara Cethubala, ou Cetum-Tubalis, que quer dizer ajuntamento de Tubal, de cujo nome com pouca mudança se deduzio Setubal. Porém André de Resende, (3) e Diogo de Paiva dizem, que não pode ser; antes o Paiva com tenacidade a constitue em Andaluzia. O que temos por mais provável he o que diz o famoso Resende, que houve duas povoações deste nome: a antiga, onde agora está o sítio chamado Troya, que naquele tempo se dizia Cetobriga, e significava Cidade de muito, e grande peixe; porque Briga na língua dos antigos Lusitanos queria dizer Cidade, ou fortaleza, e Cete peixes grandes. Desta opinião he Gaspar Barreiros, (4) o qual afirma, que no seu tempo havia no sitio desta Troya vestígios de umas salgadeiras, em que seccavao o peixe, porque se fazia aqui uma grande pescaria dele, e que debaixo da água se mostravam ainda ruinas de edifícios, cousa, que também testifica Resende. Extincta fibnalmente a antiga Setubal, ou Cetobriga na geral destruição de Hespanha, se passarão alguns moradores dos que restarão para defronte, e principiarão a povoar nova colónia naquele sítio, intitulando-a da mesma forma Cetobriga. Correndo depois o tempo, se veyo a chamar Cetobala, e dahi Cetubala, e hoje Setubal. Desta opinião he Luiz Nunes, (5) Christovão Cellario (1) e convem do mesmo Villalpando in Ezemchielem tom 2. p. 16. Affirma também o alegado Resdende, que no sitio de Troya, ou antiga Cetobriga está por cima da porta da Igreja de Nossa Senhora huma cabeça de carneiro em pedra, e lhe parece que houvera alli hum temlo de Jupiter. De outras pedras alli descobertas faz também memoria o sobredito Antiquario.
(2) Monarq. Lusit. P. 1, cap. 3 Heit. Pin. in Ezech. Cap.17. Far. Europ. Port. Tom. 3, part. 3. Cap. 3.
(3) Resend. I, 4. De Antiq. P. Mihi 216.
Paiv. No Exame de Antiguid. p.9
(4) Barreir. Cotograf. p. 63
(5) Luiz Nunes cap. 33
(1) Cellario Geograf. Antiq. Liv. 2. Cap. I, 16.

in CASTRO, João Bautista, Mappa de Portugal Antigo e Moderno, Lisboa, Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1764(?), p. 17-18

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Caracterização das artérias da Cidade de Setúbal nos finais do Século XIX



A evolução da Cidade de Setúbal avançou de uma forma exponencial durante o século XX. Comparemos aquilo que hoje conhecemos com a contabilização das artérias que nos informa José Maria Rosa Albino no seu Roteiro da Cidade de Setúbal.

1 Arco
13 Becos
1 Campo
4 Ladeiras
24 Largos
1 Outeiro
1 Passadiço
1 Pateo
1 Ponte
4 Praças
79 Ruas
5 Terreiros
79 Travessas

Sendo o total de artérias de 215.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Uma das Origens da Toponímia da Cidade



De acordo com o Roteiro da Cidade de Setúbal de José Maria Rosa Albino, editado 1892, p. 58 “A maior parte dos escriptores antingos attribuem a fundação de Setubal a Tubal, neto de Noé, e suppõem que a etymologia de Setubal, se deriva de Sedis Tubal, sede ou residência de Tubal”

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A imagem deste post é o nome Tubal escrito em hebraíco.


Nota: Tubal era filho de Jafé e neto de Noé.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Sedis Tubal




Surge este espaço para colmatar uma falha grave na sociedade setubalense: a de serem muito poucos aqueles que se interessam verdadeiramente pela Cidade de Setúbal.

Existem múltiplos exemplos que poderia deixar aqui. Mas não é esse o objectivo o objectivo deste espaço que tem diante de vós.

Aquilo a que me proponho para já é a de ir lançando a espaços periódicos informação actual e passada sobre a cidade que me viu crescer.

É um espaço aberto a todos o que queiram participar. Espero futuramente contar com algumas colaborações e aceitarei de bom grado os e-mails que for recebendo com informações e sugestões que queiram deixar.

Agradeço a todos aqueles que venham a este espaço.

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A imagem é da Estátua de São Francisco Xavier, patrono da Cidade, e situada no popularmente desigando Jardim da Beira-Mar.

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