Mostrar mensagens com a etiqueta Património: Religioso. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Património: Religioso. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Património: Convento de São João Baptista

Finda as férias, regressemos pois com uma recolha da informação da Internet sobre o Convento de São João Baptista.


segunda-feira, 18 de julho de 2011

A fachada do pórtico

A fachada do pórtico da Igreja de Jesus está virada para o sul, e quase ao fim da parede lateral da mesma igreja que corre de leste a oeste. É da mesma arquitectura gótica, perpendicular, ou vertical, a que se chama manuelina, e que foi adoptada na fábrica da capela-mor e corpo da igreja. É de forma côncava, encravada na espessura da parede, e na parte mais saliente e externa, onde tem a sua maior largura, mede 7 metros e 50 cent.; daqui, formando  por assim dizer o átrio, mede uns 3 metros até ao fundo, onde, ocupando uma largura de 3 metro e 50, está o pórtico de forma dupla, ou de duas entradas, da mesma fábrica e estilo predominante dos tempos de D. João II e D. Manuel.

sábado, 4 de junho de 2011

Convento de Jesus: O edifício e a sua frontaria

O edíficio do Convento de Jesus é um dos principais, senão o de maior valia e apreço que a cidade possuí, e o único monumento conventual que, por assim dizer, por aí ainda sobressai entre as ruínas dos outros que caíram derribados pela picareta e pelo camartelo. Não é, nem se compara com as majestosas Sé de Coimbra, igrejas de Alcobaça, Tomar, Batalha, Belém e Mafra, e tantas outras, mas é um monumento venerado, o seu templo revela bem a época em que se ergueu pelas belas obras de arte da nossa arquitectura manuelina.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A origem da fundação do Mosteiro de Jesus

A origem da fundação do Mosteiro de Jesus, de Setúbal, é quase a mesma da maior parte de todos esses monumentos claustrais, que se ergueram durante tantos séculos, e existiram entre nós espalhados aqui e além, por planícies e alturas, no seio das cidades, vilas e lugares, por entre os vales e no meio das campinas, ou nas faldas, nas encostas, e no cimo das serras.

Em muitos desses monumentos resplandeceu a grandeza e a sumptuosidade mundana, mas, em homenagem à verdade, tem de dizer-se que, na maioria deles, só a pobreza e humildade reinaram, e alguns foram mesmo, positivamente, verdadeiros espelhos de virtude.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Via Sacra

Os doze cruzeiros, que estão collocados da egreja de Jesus à capella do Senhor Jesus do Bonfim, são de mármore branco, bem como o calvário. Este tem a inscripção:
«Toda esta obra da via sacra se fez das esmolas dos fieis no ano de 1728.»


ALBINO, José Maria Rosa, Roteiro da Cidade de Setúbal, 1892 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Cruzeiro de Jesus

É de mármore vermelho da Arrabida. Tem tres degraus de forma semi-circular. Parece estar soterrado. Mandado construir por D. Jorge, duque de Coimbra, mestre da ordem de Santiago. O local onde está collocado, o largo de Jesus, denominou-se antigamente o Sapal de Troino.


ALBINO, José Maria Rosa, Roteiro da Cidade de Setúbal, 1892

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Igreja de S. João

“Pertence ao antigo ao extncto convento das freiras da ordem de S. Domingos. Fundada em 1515. Tem digno de alguma atenção a pintura do tecto e o pórtico que é de mámore banco, bem lavrado.”

ALBINO, José Maria Rosa, Roteiro da Cidade de Setúbal, 1892

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Igreja de Sta. Maria da Graça



“É ignorada a data da fundação. Foi reconstruída no reinado de D. Sebastião. Tem tres naves divididas por 12 columnas de ordem dórica.

O arco de cruzeiro, capella mor e throno são revestidos de magnífica talha dourada.

As escada do altar-mór e paredes são revestidas de bom mosaico.

Serve de jazigo a famílias illustres. Jazem ali varos membros da família Cabedo e o morgado de Setubal, Jose Antonio Benedicto de Faria e Barros, distincto pintor, fallecido em 11 de Fevereiro de 1809. É o templo mais vasto de Setubal.”

ALBINO, José Maria Rosa, Roteiro da Cidade de Setúbal, 1892

_____
Imagem:
FALCÃO, Isabel (coord.), João Vaz - 1859 - 1934: um pintor do Naturalismo, Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves, 2005, p. 246

Santa Maria da Graça, Setúbal
Não datado (1911)
Óleo sobre tela
Assinada: Vaz (canto inferior esquerdo)
Alt.: 670mm; larg.:490mm
Lisboa, Museu do Chiado
inv. 49ª

Obra apresentada pela primeira vez na Exposição Individual (1911)

Historial: Adquirida pelo legado Valmor

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Igreja de S. Julião



“Ignora-se a data de fundação. Foi reedificada em 1513 e mais tar, sendo quasi totalmente destruída pelo terramoto do 1º de novembro de 1755, foi novamente reconstruida pelo ano de 1766. Soffreu também com o terramoto de 1858.

O pórtico da entrada principal mostra alguma elegância, merecendo menção o do lado norte, architectura árabe e manuelina.”

ALBINO, José Maria Rosa, Roteiro da Cidade de Setúbal, 1892

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Convento de Jesus



“Edificada a instancias de Justa Rodrigues Pereira, ama do rei D. Manuel. Lançada a pedra fundamental a 17 d’agosto de 1490, pelo bispo de Ceuta D Justo. O desenho e direcção da construcção pertenceu ao italiano, Botaca, o mesmo que dirigiu a construção do mosteiro de Santa Maria de Belém.

A 22 d’agosto de 1500, el-rei D. João II mandou alargal-a. Alguns quadros foram dadiva de D. Manoel e da rainha D. Leonor, a quem os offertára o imperador Maximilano. No museu das Bellas Artes, às Janelas Verdes, em Lisboa, existem 4 dos quadros que pertenceram a este real mosteiro.

Sahiram d’aqui em 1882, por occasião da exposição da arte ornamental.

O estylo da construção da egreja é manuelino

A escada do altar-mór é de bello mosaico. A talha dourada e magnífica.

No altar-mór existem tres sepulturas, tendo a seguinte inscripção: - «Aqui jaz D. Manuel neto do fundador». – No pavimento existem campas com brasões. O marmore do pórtico d’entrada é da serra da Arrabida. O terramoto de 11 de Novembro de 1858 causou-lhe grandes estragos, soffrendo depois reparos, para os quaes concorreu D. Pedro V. Em 1890, pelo fallecimento da ultima freira, passou o mosteiro a ser propriedade da Misericordia de Setubal, com a condição de alli se estabelecer o hospital”

ALBINO, José Maria Rosa, Roteiro da Cidade de Setúbal, 1892
_____

Imagem:
FALCÃO,  Isabel (coord.), João Vaz - 1859 - 1934: um pintor do Naturalismo, Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves, 2005, p. 238

Um mosteiro manuelino
Data: "1886" (canto inferior esquerdo)
Óleo sobre tela
Assinada: Vaz (canto inferior esquerdo)
Alt.: 665mm; larg.:905mm
Lisboa, Palácio Nacional da Ajuda/IPPAR
inv. 57594

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Blogger Templates